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Informação Bimestral da Embaixada dos EUA em Lisboa
Feliz Ano Novo! É com satisfação que nesta
primeira edição de 2012 destaco a Cimeira da NATO em
Chicago, assim como um conjunto de iniciativas da Embaixada: a
palestra do astronauta da NASA na Universidade do Minho; a visita
da Escola Bento Carqueja ao USS Bataan; o lançamento, em parceria
com a Universidade Nova de Lisboa, do fórum sobre Empreendedorismo
e Inovação; a palestra de Monica Dodi e o concerto do
Quinteto de Metais, Five Star Brass em Lisboa. Estes tópicos
reflectem não só um amplo leque de assuntos em que os
EUA e Portugal estão a trabalhar em conjunto, como também
a nossa partilha de valores e os nossos laços de amizade...
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2011
Informação Bimestral da Embaixada dos EUA em Lisboa
O Presidente Barack Obama recebeu o Presidente da República
Portuguesa, Aníbal Cavaco Silva na Casa Branca no dia 9 de
Novembro. Esta foi uma oportunidade para o Presidente Obama retribuir
a hospitalidade na sua visita a Lisboa, em Novembro de 2010. Um número
significativo de assuntos foram abordados, incluindo a parceria dos
EUA e Portugal na NATO e a cooperação no Conselho de
Segurança das Nações Unidas, ao qual Portugal
preside actualmente. Os dois presidentes falaram também sobre
a revitalização da Comissão Bilateral EUA-Portugal,
o apoio dos EUA a Portugal para a implementação do programa
de reformas do FMI-UE e os vários aspectos das relações
bilaterais existentes.
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2011
Informação Bimestral da Embaixada dos EUA em Lisboa
A
4 de Julho, os americanos em todo o mundo celebram o Dia da Independência
dos EUA. Gostaria de desejar aos meus compatriotas americanos um “Feliz
4 de Julho!” e agradecer aos amigos portugueses o apoio e a
hospitalidade demonstrados ao longo deste ano. Espero que tenham oportunidade
de ler a declaração que fiz durante a cerimónia
oficial do Dia da Independência. (Discurso
do 4 de Julho).
Nesta segunda edição da nossa newsletter, gostaria de chamar a
vossa atenção para três temas a que temos dedicado particular
atenção nos últimos tempos: a Primavera Árabe, o
rumo a seguir no Afeganistão e o compromisso dos EUA para com a protecção
de dados pessoais. Também terão oportunidade de ler sobre o que
temos feito na Embaixada, incluindo uma iniciativa particularmente interessante
para professores de Inglês.
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2010
Allan
J. Katz, da Florida, foi nomeado Embaixador dos Estados Unidos em
Portugal pelo Presidente Barack Obama, em Novembro de 2009. Esta nomeação
foi unanimemente confirmada pelo Senado em Março de 2010. O
Embaixador Katz apresentou credenciais ao Presidente da República
Portuguesa, Sua Excelência o Professor Aníbal Cavaco
Silva, em 28 de Abril de 2010.
Fonte: Embaixada dos Estados Unidos da América em Portugal
Mais informação:
http://portuguese.portugal.usembassy.gov/ambassador-port.html
2009
2008
2008
2008



A
derrota de John McCain na presidenciais de terça-feira
não
pode senão levar o Partido Republicano a iniciar uma
profunda reflexão sobre o seu futuro. McCain poderia
ter feito uma campanha melhor, poderia ter construído
uma “narrativa” mais coerente. Mas, por muito
que se possa criticar a campanha, não deixa de ser
verdade que nenhum outro republicano poderia ter obtido um
resultado tão respeitável. 
Associação
de Amizade Portugal - Estados Unidos da América celebrou
o Dia de Portugal, das Comunidades Portuguesas e de Camões
em Washington, num conjunto de iniciativas que visaram a sua
apresentação publica nos EUA. Iniciando a celebração
do Dia de Portugal com uma conferência na Universidade de
Georgetown, o Presidente da AAPEUA, António Neto da Silva,
traçou o quadro de actuação e os propósitos
por que se move a Associação, identificou a pretensão
de alargar a sua esfera de actuação aos dois lados
do Atlântico ao mesmo tempo em que apelava á filiação
dos luso descendentes e dos cidadãos americanos com especial
relação com Portugal, garantindo assim a elevação
da instituição a parceiro privilegiado no diálogo
entre os dois países.
Mesmo
que ganhe a Pensilvânia e os restantes Estados com uma margem
na ordem dos 65% dos votos, Hillary Clinton chegará à convenção
de Denver com menos delegados eleitos do que Barak Obama. Se assim é,
por que motivo não desiste? A razão é simples:
espera que os superdelegados, um grupo de cerca de mil delegados por
inerência composto por activistas e eleitos do partido, lhe proporcionem
a vitória. Dado que Obama também não terá o
número de delegados eleitos suficientes para obter a nomeação,
serão os superdelegados a decidirem quem será o candidato
que irá defrontar John McCain.
A
seis meses da convenção do Partido Democrata, a
campanha de Hillary Clinton implodiu. Agora, tudo se reduz aos
resultados do voto no Texas e no Ohio. Se perder num destes dois
Estados, a campanha invariavelmente chegará ao seu fim.
Clinton não necessita de vencer; necessita de uma vitória
expressiva. Porque os delegados à convenção
são atribuídos de acordo com critérios de
representação proporcional, um resultado que não
seja esmagador significa que Barak Obama conquistará uma
fatia significativa dos delegados, e, por conseguinte, a nomeação.
Independentemente
do desfecho das primárias dos partidos Democrata e Republicano,
as eleições presidenciais de Novembro iniciam um
novo ciclo político. Face ao descontentamento generalizado
relativamente ao rumo do país, mesmo uma vitória
republicana (ainda possível se John McCain conquistar a
nomeação) irá trazer mudanças significativas
na política interna. Todavia, a continuidade marcará a
política externa. Democrata ou republicano, o próximo
presidente seguirá as linhas mestras de política
exterior traçadas por George Bush.